O governo brasileiro adota postura cautelosa após a Suprema Corte dos EUA barrar o tarifaço de Trump e o anúncio da nova tarifa global uniforme de 15%. Fontes do Ministério do Desenvolvimento indicam que o encontro entre Lula e Trump, previsto para a primeira semana de março, será decisivo para consolidar a reacomodação comercial e discutir soberania.
Lula expressou alívio por não ter se precipitado em negociações anteriores e defendeu tratamento igualitário para todos os países, sem preferências. O Brasil vê a uniformização como favorável, com redução média de 13,6 pontos nas tarifas aplicadas a produtos brasileiros.
A agenda bilateral deve incluir combate ao crime organizado, investimentos e parcerias universitárias, com expectativa de que o diálogo preserve competitividade das exportações nacionais.

